A internet é ma­ra­vi­lhosa por dis­po­ni­bi­li­zar in­for­ma­ções gratuitas e em tempo real, e pos­si­bi­li­tar trocas ili­mi­ta­das de co­nhe­ci­mento. Contudo, nem todo mundo que está na internet tem boa intenção. Cri­mi­no­sos estão sempre de­sen­vol­vendo métodos para in­ter­cep­tar dados con­fi­den­ci­ais, como senhas de e-mail e acessos a bancos. Um desses métodos consiste em criar um site falso, se­me­lhante ao de empresas com boa reputação. Usuários de­sa­vi­sa­dos podem cair nesse golpe e trans­mi­tir dados privados a cri­mi­no­sos. Até mesmo sites oficiais podem estar sendo usados para in­ter­cep­ta­ção de dados, se estes não estiverem de­vi­da­mente pro­te­gi­dos.

Para proteger usuários da internet contra ações cri­mi­no­sas como essas, cer­ti­fi­ca­dos SSL tornaram-se um padrão in­ter­na­ci­o­nal de segurança. Quando um site tem um cer­ti­fi­cado SSL confiável, dados de usuários estão seguros. Entenda porquê.

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O que é um cer­ti­fi­cado SSL?

Como explicado, os cer­ti­fi­ca­dos atuais não mais utilizam o obsoleto sistema SSL, mas um novo sistema mais seguro, o TLS. Contudo, na prática, “cer­ti­fi­cado SSL” ainda é o termo usado quando se trata de pro­to­co­los de crip­to­gra­fia. O cer­ti­fi­cado em si é um registro de dados simples: um único arquivo contém diversas in­for­ma­ções como, por exemplo, o nome do emissor, um número de série e a chamada impressão digital para crip­to­gra­fia. Existem cer­ti­fi­ca­dos em di­fe­ren­tes formatos de arquivo. Para utilizar um de­ter­mi­nado cer­ti­fi­cado, o operador do site precisa instalá-lo no servidor.

Como obter um cer­ti­fi­cado SSL?

Para obter um cer­ti­fi­cado SSL, o operador de um site deve recorrer a uma entidade de cer­ti­fi­ca­ção. Poucas são as entidades au­to­ri­za­das a emitir cer­ti­fi­ca­dos SSL e elas ge­ral­mente cobram taxas pelo serviço. Não é qualquer entidade que pode emitir um cer­ti­fi­cado SSL, porque fa­bri­can­tes de na­ve­ga­do­res (como Microsoft, Mozilla ou Google) também precisam aceitar esses cer­ti­fi­ca­dos como con­fiá­veis para que eles tenham alguma validade. Se qualquer or­ga­ni­za­ção pudesse emitir cer­ti­fi­ca­dos como esse, eles não gozariam de tanta cre­di­bi­li­dade. O caso da de­sen­vol­ve­dora de softwares Symantec ilustra a ex­pli­ca­ção: depois que o Google perdeu a confiança nessa empresa, seus cer­ti­fi­ca­dos deixaram de ser aceitos pelo Chrome. Por isso, usuários do navegador do Google não veem mais o símbolo de crip­to­gra­fia, que indica a trans­mis­são segura de dados, quando acessam um site que utiliza um cer­ti­fi­cado da Symantec.

Qual é o prazo de validade de um cer­ti­fi­cado SSL?

Um cer­ti­fi­cado aceito pelos na­ve­ga­do­res não é válido para sempre. Cada cer­ti­fi­cado SSL possui um período de validade entre 3 e 24 meses. Quando a validade expira, o operador do site deve renovar o cer­ti­fi­cado. Caso contrário, as páginas desse site não serão mais con­si­de­ra­das seguras. A renovação periódica dos cer­ti­fi­ca­dos é in­dis­pen­sá­vel, embora re­pre­sente um possível custo de tempo e dinheiro para os ope­ra­do­res de sites. Para garantir a segurança dos usuários, as entidades de au­ten­ti­ca­ção precisam verificar re­gu­lar­mente a in­te­gri­dade e a iden­ti­dade dos sites, bem como os me­ca­nis­mos de crip­to­gra­fia uti­li­za­dos.

Fato

Um cer­ti­fi­cado SSL indica duas datas: seu período de validade, e quando sua validação foi emitida.

Qual é o papel da crip­to­gra­fia no cer­ti­fi­cado SSL?

Existem diversas maneiras de crip­to­gra­far trans­fe­rên­cias de dados. O método clássico utiliza uma chave para crip­to­gra­far os dados e exa­ta­mente a mesma chave para des­crip­to­grafá-los. Na internet, contudo, esse método não faz sentido, já que usuários ge­ral­mente entram em contato com pessoas ou or­ga­ni­za­ções com as quais nunca se co­mu­ni­ca­ram antes. Con­se­quen­te­mente, não há como trans­mi­tir uma chave sem antes enviá-la sem crip­to­gra­fia, por meio de um canal público, que é a internet. Por isso mesmo, cer­ti­fi­ca­dos SSL usam um pro­ce­di­mento diferente.

Em uma in­fra­es­tru­tura de chave pública (public key), não somente uma, mas duas chaves são criadas: uma to­tal­mente pública e uma privada. Uma trans­mis­são é crip­to­gra­fada com a chave pública e só pode ser des­crip­to­gra­fada com a chave privada (private key). Assim, o navegador recebe a chave pública pelo cer­ti­fi­cado e a utiliza para a crip­to­gra­fia. Vários pro­ce­di­men­tos di­fe­ren­tes podem ser usados para codificar in­for­ma­ções. Neles também, o servidor web fornece as in­for­ma­ções ne­ces­sá­rias ao navegador por meio do cer­ti­fi­cado.

Um método de crip­to­gra­fia muito utilizado atu­al­mente é o AES (Advanced En­cryp­tion Standard), com a função hash crip­to­grá­fica SHA256. Porém, esses padrões mudam cons­tan­te­mente, pois tanto cri­mi­no­sos quanto es­pe­ci­a­lis­tas em crip­to­gra­fia estão sempre buscando e cor­ri­gindo vul­ne­ra­bi­li­da­des nos me­ca­nis­mos de en­crip­ta­ção. Um método que, um ano atrás, era tido como infalível, pode ser violado do dia para a noite e não ser mais con­si­de­rado seguro.

Quais são os tipos de cer­ti­fi­cado SSL?

Há vários tipos de cer­ti­fi­cado SSL. Embora existam diversas entidades emissoras, com os mais di­fe­ren­tes me­ca­nis­mos de ve­ri­fi­ca­ção, esses me­ca­nis­mos de ve­ri­fi­ca­ção não são o mais im­por­tante. O que mais importa em um cer­ti­fi­cado SSL é, na verdade, quão rigorosa é a validação emitida por uma entidade e quão abran­gente o cer­ti­fi­cado é.

Mo­da­li­da­des de validação

Existem três tipos de validação. Eles se dis­tin­guem não só pelo tempo de pro­ces­sa­mento, como também pelos custos do serviço. Um cer­ti­fi­cado SSL da categoria Domain Va­li­da­tion pode ser obtido gra­tui­ta­mente nos dias atuais. Já os cer­ti­fi­ca­dos com Extended Va­li­da­tion são tão caros que poucas pessoas físicas e empresas de pequeno porte podem arcar com seus custos.

Domain Va­li­da­tion (DV)

Domain Va­li­da­tion é o nível mais baixo de cer­ti­fi­cado SSL, já que a ve­ri­fi­ca­ção das pessoas por trás do endereço de um site é apenas su­per­fi­cial. Muitas vezes, a entidade de au­ten­ti­ca­ção somente envia um e-mail para o endereço indicado no registro WHOIS. O re­que­rente então é so­li­ci­tado, por exemplo, a alterar um registro DNS ou carregar um de­ter­mi­nado arquivo em seu servidor, para assim provar que tem controle sobre o domínio.

Muitas vezes esse processo de ve­ri­fi­ca­ção é to­tal­mente au­to­ma­ti­zado e, por isso, muitos não o con­si­de­ram seguro. Vários na­ve­ga­do­res marcam um cer­ti­fi­ca­dos SSL DV de forma diferente, indicando que estes têm os padrões de segurança mais baixos, em com­pa­ra­ção com outros cer­ti­fi­ca­dos. Além disso, essa forma de cer­ti­fi­ca­ção não fornece nenhuma outra in­for­ma­ção sobre o operador do site.

Or­ga­ni­za­tion Va­li­da­tion (OV)

Um cer­ti­fi­cado SSL com Or­ga­ni­za­tion Va­li­da­tion oferece um nível a mais de segurança aos vi­si­tan­tes de um site. No processo de validação, a entidade de cer­ti­fi­ca­ção solicita do­cu­men­tos do operador do site, ge­ral­mente depois que o pro­ce­di­mento au­to­má­tico de Domain Va­li­da­tion foi realizado com sucesso. Os do­cu­men­tos exigidos dependem da entidade emissora. Por exemplo, muitas vezes é so­li­ci­tada uma cópia do registro comercial. Além disso, algumas entidades de au­ten­ti­ca­ção também entram em contato te­lefô­nico com o operador do site. Graças a essa ve­ri­fi­ca­ção mais rigorosa, cer­ti­fi­ca­dos SSL OV pro­por­ci­o­nam mais segurança aos vi­si­tan­tes. Essa mo­da­li­dade também tem a vantagem de as in­for­ma­ções ficarem dis­po­ní­veis para qualquer usuário, no próprio cer­ti­fi­cado.

Extended Va­li­da­tion (EV)

Cer­ti­fi­ca­dos SSL com Extended Va­li­da­tion oferecem o mais alto grau de segurança. Nesse tipo de cer­ti­fi­ca­ção, a validação inclui não só o domínio e a or­ga­ni­za­ção res­pon­sá­veis, mas também o próprio so­li­ci­tante do cer­ti­fi­cado. É ve­ri­fi­cado, inclusive, se o so­li­ci­tante realmente trabalha na or­ga­ni­za­ção ou empresa indicada e se tem au­to­ri­za­ção para requerer tal cer­ti­fi­cado. Além disso, a entidade de cer­ti­fi­ca­ção também precisa ser qua­li­fi­cada para emitir SSL EV. Para receber essa qua­li­fi­ca­ção, ela deve ser aprovada em uma inspeção do CA/Browser Forum, as­so­ci­a­ção vo­lun­tá­ria de au­to­ri­da­des de cer­ti­fi­ca­ção e fa­bri­can­tes de na­ve­ga­do­res.

Custos: cer­ti­fi­ca­dos grátis e pagos

Um aspecto relevante na escolha de um cer­ti­fi­cado SSL é seu custo de obtenção. De modo geral, quanto mais rigorosa a ve­ri­fi­ca­ção feita pela entidade cer­ti­fi­ca­dora, mais caro será o cer­ti­fi­cado. Desde 2015 a entidade Let’s Encrypt emite cer­ti­fi­ca­dos com­ple­ta­mente gratuitos.

Nota

No início de março de 2020, a Let’s Encrypt teve que revogar mais de 3 milhões de cer­ti­fi­ca­dos SSL/TLS ativos. O motivo da revogação foi um erro na validação de registros CAA (Cer­ti­fi­ca­tion Authority Autho­ri­za­tion) no Boulder, o software open source utilizado pela Let’s Encrypt. Esse erro pos­si­bi­li­tava, te­o­ri­ca­mente, que pessoas re­ce­bes­sem cer­ti­fi­ca­dos para domínios alheios. A única solução dis­po­ní­vel para os afetados foi solicitar, dentro de 24 horas, a geração de um novo cer­ti­fi­cado para restaurar a crip­to­gra­fia dos seus sites.

Di­fe­ren­ças entre SSL gratuito e SSL pago

Se o objetivo de um operador é apenas proteger o site para que ele não possa ser acessado por meio do usual HTTP, e sim por HTTPS, um cer­ti­fi­cado gratuito atende às exi­gên­cias tão bem quanto um pago. Ambas as soluções im­ple­men­tam o protocolo de trans­fe­rên­cia SSL ou TLS, tornando obri­ga­tó­ria a trans­mis­são segura de dados entre clientes e ser­vi­do­res.

Em outros aspectos, as di­fe­ren­ças entre cer­ti­fi­ca­dos gratuitos e pagos são decisivas:

  • Nível de validação: Ao requerer a emissão de um cer­ti­fi­cado gratuito, a validação do operador do site não é muito abran­gente. O nível de ve­ri­fi­ca­ção típico dos cer­ti­fi­ca­dos gratuitos é SSL DV. Cer­ti­fi­ca­dos SSL com um maior grau de segurança sempre são pagos.
  • Prazo de validade: Os cer­ti­fi­ca­dos pagos ge­ral­mente são válidos por um ou dois anos. Já os gratuitos expiram após, no máximo, 90 dias. Portanto, quem opta por SSL/TLS grátis precisa renovar o cer­ti­fi­cado com uma frequên­cia muito maior.
  • Afiliação de domínio: Um cer­ti­fi­cado SSL gratuito é gerado sempre para um único domínio, ao qual fica vinculado. Soluções SSL/TLS pagas também permitem emitir cer­ti­fi­ca­dos que abrangem mais de um domínio, podendo ser uti­li­za­dos para vários sites.

Vantagens do SSL pago

O SSL pago oferece diversas vantagens em relação à al­ter­na­tiva grátis. Cer­ti­fi­ca­dos pagos têm um período de validade maior e, de­pen­dendo do provedor e do pacote, podem ser usados para vários domínios. Isso não só aumenta a fle­xi­bi­li­dade, como também é muito menos tra­ba­lhoso para o operador do site. Além disso, os res­pec­ti­vos pro­ve­do­res ou entidades de cer­ti­fi­ca­ção costumam oferecer suporte in­di­vi­dual, luxo que não é dis­po­ni­bi­li­zado a pos­sui­do­res de um cer­ti­fi­cado SSL gratuito.

Outro benefício de um cer­ti­fi­cado SSL pago é que, com o provedor e o pacote adequados, é possível exibir não só a indicação de HTTPS ativo, mas também o próprio nome da sua empresa na barra de endereço do navegador.

Qual mo­da­li­dade é a mais adequada?

Sem dúvida, um cer­ti­fi­cado SSL EV é a solução de crip­to­gra­fia ideal para um site. Mas só grandes empresas podem arcar com os custos desse tipo de cer­ti­fi­ca­ção e, por isso mesmo, são o público-alvo desse serviço. Para o setor de pequenas e médias empresas, a princípio, os cer­ti­fi­ca­dos mais econô­mi­cos já são su­fi­ci­en­tes, contanto que a empresa não trabalhe com dados altamente con­fi­den­ci­ais, como no caso de on-line banking. Para projetos menores, em que há pouca ou nenhuma trans­fe­rên­cia de dados pessoais, cer­ti­fi­ca­dos SSL gratuitos são uma boa al­ter­na­tiva. No entanto, é bom lembrar que a ad­mi­nis­tra­ção dos cer­ti­fi­ca­dos leva mais tempo, pois eles têm um tempo de validade mais curto.

Abran­gên­cia dos cer­ti­fi­ca­dos

Ao solicitar um cer­ti­fi­cado SSL, é preciso con­si­de­rar sua abran­gên­cia, ou seja, se ele abarca também sub­do­mí­nios, por exemplo.

Single-name

Um cer­ti­fi­cado padrão é válido para um único domínio. Isso significa que um site como www.exemplo.com e todas as suas sub­pá­gi­nas são cobertos pelo cer­ti­fi­cado SSL, porém nenhum sub­do­mí­nio é incluído. Para que haja cobertura de sub­do­mí­nios, é preciso solicitar um novo cer­ti­fi­cado ou optar pela mo­da­li­dade wildcard.

Wildcard

Esse cer­ti­fi­cado é assim chamado, porque funcionam com um wildcard (curinga). Ou seja, em vez de abranger apenas um domínio, como www.exemplo.com, esse cer­ti­fi­cado SSL vale também para todos os seus sub­do­mí­nios, como mail.exemplo.com ou blog.exemplo.com. Eles são emitidos no seguinte formato: *.exemplo.com. O asterisco re­pre­senta o wildcard.

Multi-domain

Cer­ti­fi­ca­dos multi-domain (também chamados de cer­ti­fi­ca­dos SAN) têm uma abran­gên­cia muito maior do que cer­ti­fi­ca­dos single-name e wildcard. Muitas entidades de cer­ti­fi­ca­ção oferecem cer­ti­fi­ca­dos que cobrem até 100 domínios. Assim, é possível proteger diversos endereços, como www.exemplo.com e www.exemplo.org, com um único cer­ti­fi­cado. Para isso, é utilizada uma extensão Subject Al­ter­na­tive Name (SAN), na qual um campo adicional é adi­ci­o­nado ao cer­ti­fi­cado que contém todos os outros domínios.

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Como re­co­nhe­cer um cer­ti­fi­cado SSL?

Se você usa um navegador atu­a­li­zado, é muito fácil saber se o site que você está acessando é protegido com SSL/TLS: basta olhar a barra de endereço. Nela, há dois elementos que indicam o uso de crip­to­gra­fia: o símbolo do cadeado e a sigla https:// no início do endereço, em vez do usual *http://*. O “s” a mais significa “seguro” e sinaliza aos usuários que o* Hypertext Transfer Protocol* contém um nível SSL/TLS adicional. Portanto, que na pilha de pro­to­co­los TCP/IP uma camada adicional de crip­to­gra­fia foi in­tro­du­zida entre TCP e HTTP.

O cadeado (ge­ral­mente verde) é ba­si­ca­mente uma indicação visual do seu navegador, que atesta que o site acessado possui um cer­ti­fi­cado válido. Muitos usuários não sabem disso, mas o cadeado também funciona como um botão, que leva a mais in­for­ma­ções sobre a segurança do site. Ao clicar nele, abre-se uma janela pop-up com in­for­ma­ções sobre a entidade emissora do cer­ti­fi­cado, a crip­to­gra­fia utilizada e o período de validade.

Imagem: Indicação de HTTPS no Chrome, Firefox, Opera e Edge
Os na­ve­ga­do­res indicam, na barra de endereço, se o site tem um cer­ti­fi­cado SSL válido

Se o site que você está acessando não possuir um cer­ti­fi­cado SSL válido, você não verá o cadeado nem o https:// na barra de endereço. Além disso, muitos na­ve­ga­do­res exibem um alerta se o usuário tentar trans­mi­tir senhas ou outros dados con­fi­den­ci­ais ao servidor desses sites. O programa então avisa que os dados podem ser in­ter­cep­ta­dos por des­co­nhe­ci­dos.

Fato

Só porque um site não tem um cer­ti­fi­cado SSL não significa que ele é um site frau­du­lento. No entanto, o risco de cri­mi­no­sos usarem esses sites para roubar dados pessoais dos usuários é maior do que em sites com um cer­ti­fi­cado SSL. Por isso, sobretudo para trans­mi­tir dados sensíveis, o protocolo HTTPS é in­dis­pen­sá­vel.

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